segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Como um anjo caído, fiz questão de esquecer

Nunca vivi um momento tão bom e tão ruim em minha vida. Uma gama de acontecimentos bons e ruins superlotam minha mente. Hoje a felicidade, ao amanhecer a tristeza... e por fim a felicidade insiste em voltar.

Em meio a isso tudo, vem a sensação de "humanidade" que pousa em mim como um corvo que traz desgraças. Eu sou um ser humano. Eu minto, eu machuco meu semelhante, eu consigo enganar. Posso até mesmo não ser eu mesmo. Eu blasfemo, eu me iro, e na maioria das vezes sou orgulhoso e prepotente. Isso me faz cada vez mais um ser humano por convicção.


Hoje é um dia que costumo celebrar a grandeza da estupidez humana. Um dia que segue a data de morte do poeta Renato Russo. "Só duas coisas podem ser entendidas como infinitas: o universo e a burrice humana, mas não tenho certeza da primeira". Já li isto em algum lugar.

Sabe quando você nao consegue perceber se realmente gosta de alguém? Sabe quando você quer muito a presença de alguém que não está presente, mas quando essa pessoa está presente, ae você não quer mais ela por perto? Sabe quando você tem medo e dívidas sobre seus próprios amigos? Sabe aqueles momentos em que você tem medo quando alguém bate a porta? Estou vivendo tudo isso ao mesmo tempo. E eu sei qual é o responsável por esse medo. É o futuro. Tememos o futuro. Parece que a morte insiste em bater em nossa porta, mas a gente nao percebe os livramentos. Só no dia que a pessoa morre, ae sim, neste dia se entende que "chegou a hora".

Quando chegará a hora exata de toda a humanidade sumir e parar com suas maldades e atrocidades?

Chega, estou sem um mínimo de inspiração.

"Como um anjo caído, fiz questão de esquecer que mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira"

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Mim e Você


Protegido pela ciência e vindo sem qualquer velocidade à gente se sente melhor ao lado de quem a gente gosta de está ao lado. De conversar, rir, e se perceber a pessoa mais besta do mundo. Sobre relacionamentos? Fica a simples pergunta: como começar de novo se a ferida que sangrou acostumou a me sentir prejudicado? É preciso que nos livremos da vaga idéia de perfeição que só faz estragos. Seres humanos são imperfeitos. Talvez o que fique é a sensação: Eu ainda gosto dela. Mas, ela já não gosta tanto assim. Não há nada mais bonito do que o seu sorriso. O jeito que você arruma seu cabelo procurando aquele efeito que o mundo não quer reparar - Revela tanto!

Ainda que leve o tempo que custou pra que ruíssem as pedras que o império levantou; Mas se você olhar vai ver que tudo está errado porque ao seu lado não existe um lugar para mim... Será mesmo que não existe um lugar para mim? Tomara que não se faça o que tantas outras fizeram, depois de morder me deu um soco e assoprou, depois de comer lavou suas mãos e enxugou. Será que eu não passo de um brinquedo desmontável? Ou apenas um amigo? Mim e Você, Você em mim, diariamente, no pensamento, no msn... e a janelinha teima em não subir. E as pedras que encontramos no caminho... não são apenas pedras... são muito mais, são histórias.

Texto inspirado em coletâneas do mestre Nando Reis. Abaixo segue um de seus mais belos versos:

“Hoje acordei sem lembrar

Se vivi ou se sonhei

Você aqui nesse lugar

Que eu ainda não deixei

Vou ficar?

Quanto tempo vou esperar?

Eu não sei o que vou fazer, não”

sábado, 2 de maio de 2009

A Fábrica de Panelas - terceira parte


Em Algum lugar no tempo e no espaço

Em uma manhã qualquer de algum tempo no futuro Pedro acorda sem vontade de levantar da cama, semelhante a maioria dos garotos de sua idade. Ele sabe que precisa se preparar para ir ao trabalho, é o seu primeiro dia na Fábrica de Panelas. Ao contemplar seu lanche matinal, depara-se com um ovo que sua mãe havia preparado, e pensa consigo mesmo:

- Quão fantástico é um ovo! Como pode o homem deixar de perguntar quem veio primeiro, se foi o ovo ou a galinha?

Esta pergunta tão simples e aparentemente boba, fora esquecida pela maioria das pessoas. Mas pedro sabia que esta pergunta revelava muito mais do que o simples desejo de se descobrir quem veio primeiro, se foi um ovo ou se foi uma galinha, e sim, ela perscruta o ensejo de saber as causas primeiras da existência. As coisas simples da vida não são banais como a maioria dos animais racionais acreditam. Ele mesmo já havia se perguntado várias vezes diante do espelho de onde tinha vindo, por que estava aqui nesse mundo e qual o sentido da vida.

“Acho que por mais sofisticada e tecnológica se torne a humanidade estas perguntas nunca deixarão de serem feitas”, pensava o jovem aspirante a filósofo.

Na ida ao trabalho, seu primeiro dia de trabalho, começava a se ver como alguém responsável. Caminhava lento pelas calçadas e refletia: Por que trabalhar? A resposta imediata aparecia com a seguinte solução: pra ganhar dinheiro. Mas, logo trazia outra pergunta: e pra quê dinheiro? pra gastar! Esse ciclo parecia não fazer muito sentido pra sua cabeça questionativa. Continuava caminhando e observava a criação feita por Deus e a criação feita pelo homem. Achava que o homem criou mais coisas do que o próprio Deus, e acreditava está aí o problema de todos os problemas. Nem sempre se pode ser Deus. Até onde o homem pensava ir com sua sabedoria? Até onde o ser humano pode criar? Qual será o último invento humano? Essas eram suas perguntas prediletas.

De tanto filosofar nem percebeu a distância de sua casa ao trabalho. E logo chegou na recepção. Ao entrar se deparou com uma moça que trabalhava com inforções sobre a empresa. Ao perceber o jovem, ela perguntou:

- Pois não jovem, em que posso ajudá-lo?

Ele respondeu:

- É o meu primeiro dia de trabalho aqui na fábrica. Onde posso encontrar minha sala? É no setor de microchips...

- Ah sim! é o novo estagiário que veio da universidade?

- Sim, sim, é isso.

Pedro começava a gaguejar diante da beleza estonteante daquela garota. Parecia ter sido feita em laboratório. Uma beleza rara, onde se percebia a perfeição de uma obra divina.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

As cores


O que seria da luz e do brilho se não existissem as cores? O que seria dos pintores se não existissem as cores? Bem, na minha opinião acho que seria muito chato um mundo todo em preto e branco.
Justamente no dia em que o palhaço recebe cores... fico ansioso pra chegar o nascer do sol, sim, de um sol bem amarelinho uahuaha. Ansioso por que? De manhã logo cedo na aula das coisinhas mais fofas desse mundo uahuaha, ou seja, na minha turma dos pirralhinhos o 6° ano começaremos a colorir umas telas para uma futura exposição da disciplina História da Arte. O que virá daquelas pequeninas mentes brilhantes???

Só depois poderei relatar, ah, já ia esquecendo, o tema dos quadros que serão pintados é Natureza Morta, uahuaha que coisa macabra professor Sandro, ops, tio Sandro kkkkk

Ps. Olha ae o palhacim como tá ficando bunitinho :)

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Um Palhaço do Mal


Nunca fui muito com a cara de palhaços. Não era daquelas crianças que se amarravam ao ouvir alguém dizendo: olha! O Palhaço!!! Acho um tanto triste a figura que o palhaço representa. Ele precisa se pintar e se esconder atrás de um personagem que tem como finalidade fazer outros rirem de seus erros, de suas lambanças, de suas quedas. Eu ficava triste ao ver um palhaço caindo de uma cadeira puxada por seu "amigo". Me questionava: poxa, que amigo faz uma brincadeira dessas? Por que as pessoas em vez de ajudar o cara ou sentir pena, dó, ficam é rindo do coitado?

Uma cena que não esqueço sobre palhaço é quando o Ladrão de Gravata Borboleta do filme "O Pestinha" dá um soco em um pobre e idiota palhaço que tentar fazer uma graça. auhauahua, Dessa vez eu ri.

Ao contrário do palhaço, sempre gostei da figura do coringa. Até mesmo no clássico Batmam ... Eu não torcia pelo morcego uaauhaa, eu torcia pelo Curinga. A figura do coringa é enigmática, solitária, maliciosa e ao mesmo tempo forte. Como diz Jostein Gaarder:

"Meu conselho para todos os que querem se encontrar é continuarem bem onde estão. Do contrário, é grande o risco de se perderem para sempre. Deus está lá no céu e rir das pessoas que não acreditam nele. Se há um Deu, que nos criou, então de uma certa forma somos "artificiais" aos seus olhos. Mas nenhum de nós se pergunta de onde veio.Um curinga é um pequeno bobo da corte; uma figura diferente de todas as outras. Não é nem de paus, nem de ouros, nem de copas e nem de espadas. Não é 8, nem 9, nem Rei e nem Valete. É um caso a parte; uma carta sem relação com outras. Elas está no mesmo monte das outras cartas, mas aquele não é seu lugar. Por isso pode ser separada do monte sem que ninguém sinta falta dele.Como filósofo me acho como uma espécie de curinga: alguém que sempre acredita ver coisas estranhas, que os olhos dos outros não vêem."

Um sonho que eu tenho desde criança é o de fazer uma tattoo, mas meus pais sempre implicaram com isso auhauhauah, achei essa tatto muito louca. Apesar de ser um palhaço e não um coringa.

Ps. Curioso, o dia do palhaço é comemorado no dia 27 de março, dia em que nasceu o poeta Renato Russo. putz, tem nada haver com o texto, mas serve como curiosidade uahauhaua

Ps 2: Se essa tattoo está em minhas costas?? kkkkkkkk deixo como enigma ^^

quinta-feira, 19 de março de 2009

Livros antigos e Panelas (parte 2 da Fábrica de Panelas


Em uma pacata cidade do interior do Brasil, morava um adolescente chamado Pedro Vitor. Ele havia terminado os estudos precocemente. Adorava animes japonês e jogod de computador. Mas, o que ele mais gostava mesmo era ler livros de filosofia ou sobre os filósofos do passado. Dizia ele que ao ler os livros antigos sentia uma nostalgia imensa, como se entendesse que a época dos escritores revelasse um mundo melhor que o seu atual. Ao ingressar na faculdade ganhou uma bolsa para desenvolver seus conhecimentos técnico-científicos em uma filial da Fábrica de Panelas que se instalara em sua cidade.


Ele adorava ler história sobre a década de 1980, pois marcava regressivamente cem anos de seu nascimento. Dizia gostar dessa parte da história devido as bandas de músicas que existiam e que foram esquecidas com o passar do tempo. Gostava de pensar sobre o comportamento dos jovens e adolescentes deste período. Achava-os autênticos. Sentia muito medo do futuro, pois haviam rumores que diziam coisas horríveis sobre os P. I. A.6.8, nome dado ao mais sofisticado robô com inteligência artificial. Mas, que rumores eram esses? O que existia de tão estranho nesse avanço científico que tanto desagradava parte da humanidade? É justamente na fábrica que Pedro inicia suas primeiras perguntas sobre a criação humana e sobre a vida.

quarta-feira, 18 de março de 2009

A Fábrica de Panelas: Mundo estranho e Mecatrônica


Ae galera, não liguem pras minhas loucuras não uahuahaua, esse texto foi o começo de uma novela filosófica que meu professor havia passado pra gente criar uahauhaua, uma novela filosófica é um texto de fácil linguagem mas que contenha uma reflexão específica.


ae vai meu textin ...


Nossa história se passa depois que o homem esqueceu de conviver com o seu semelhante e passou a gastar mais tempo com o computador. O ano é 2096 e tudo que existe é feito em prol do desenvolvimento da nova tecnologia chamada “panela”. Panela é o nome dado a um conjunto de dados armazenados em um chip criado no ano de 2008 e posteriormente desenvolvido pelos cientistas da mecatrônica, ciência que estuda as formas de tecnologias da robótica e da informática.

A ciência havia caído em descrédito. Acredita-se que foi depois da ascenção cultural dos livros de um filósofo alemão conhecido como Nietzsche. Isso quando uma boa parte do mundo percebeu que não tinha mais nada de interessante a fazer e os seres humanos voltaram a pensar, como os antigos homens da Grécia. Quando os fundamentos das ciências surgiram, ela trouxe consigo a idéia de que salvaria o mundo de todos os seus males, o que foi demonstrado não ser verdade, embora ela tenha trazido muita comodidade para a humanidade. O que seria dos casais de namorados sem o celular? O que seria dos adolescentes sem a internet? O que seria das donas de casa sem a Tv digital?

O homem em seu anseio infinito de criar, sempre buscou fazer coisas com o fim de trazer-lhe sossego e diminuir sua labuta. foi com esse foco que ele desenvolveu a clonagem e as primeiras formas de inteligência artificial. Embora, muitos nunca tenham se perguntado: é possível clonar também a alma humana? A alma que habita no corpo de um clone é a mesma que habita seu corpo fonte? Muitos clones foram feitos com o objetivo de uso, por seus “donos”, orgãos ou células para benefício próprio. Mas, até onde vai a decisão humana de brincar com outros seres? É justo fazer nascer um ser vivo para depois matá-lo em seu benefício?

É aqui que entra a história da Fábrica de Panelas. Esse nome foi escolhido depois que a mídia ridicularizou os primeiros projetos que não deram certos. Os primeiros chips criados eram de cor prata, o que também ajudou na alcunha. O esteriótipo das primeiras máquinas IA não agradavam muito o público, principalmente os cientistas europeus, o que levou a imprensa apelidar de panelas os primeiros robôs fabricados. O cientista responsável pelo ponta-pé inicial foi o escocês James Pan Pothole.

O planeta começava a ficar de cabeça pra baixo. As crianças não brincavam mais nas ruas umas com as outras, cada uma tinha seu próprio amigo robô, que apelidavam de tamagushy. As donas de casa podiam ter uma vida livre de afazeres domésticos, pois toda casa tinha seu robô faxineiro, jardineiro, segurança e etc. Tudo era feito por telecomunicações ou comunicação móvel, pela internet ou por algum cabo de fibra óptico. Assim caminhava a humanidade, talvez até para sua própria ruína, talvez.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

As laranjas da Garota


Não é só um lugar na existência que nós temos. Temos um tempo limitado que nos foi atribuído.


Eu não tenho nada contra sombra, delineador ou lápis de sobrancelha. Mas acontece que estamos em um planeta no espaço sideral. E não existe ideia mais maluca do que essa! É uma loucura pensar que o espaço existe. Mas há garotas que, por causa da sombra e do delineador, não consegue enxergar o espaço cósmico. E sem dúvida também há rapazes que, por causa do futebol, são incapazes de ver o horizonte.


Quem não vive agora não vive nunca. O que você está fazendo?


Mas o que é o ser humano? Quanto vale um ser humano? Será que somos apenas poeira que qualquer ventania levanta e espalha? Lá fora, atrás das galáxias, talvez esteja a resposta para a pergunta "o que é o ser humano".
Pode ser que a nossa criação ainda não esteja completa.


O mundo não era um conto de fadas extraordinário e único? Estou falando no tempo em que o ser humano era um ser humano, ou seja, nada mais e nada menos que um íntegro e soberbo ser humano. Naquele tempo o mundo era uma aventura fascinante.


O que você escolheria se um poder superior lhe desse a possibilidade de escolher? Você teria optado por uma vida nesta Terra, breve ou longa, dentro de cem mil ou cem milhões de anos? Ou teria se recusado a participar deste jogo por não poder aceitar as regras?
Qual seria sua decisão se você tivesse a possibilidade de escolher? Optaria por uma vida breve aqui na Terra, para depois de poucos anos separar-se de tudo e nunca mais voltar? Ou diria " não, obrigado!"? Você só tem essas alternativas. É a regra. Se optar pela vida, também está optando pela morte.


Dar a vida a uma criancinha não significa apenas lhe dar o mundo de presente. Também significa um dia tomar dela esse presente inconcebível.


Posso mesmo ter certeza que não há outra existência depois desta? Posso ficar convencido que não estarei em algum lugar quando você ler este texto? Não, certeza absoluta eu não posso ter. Pois se o mundo existe, todos os limites da improbabilidade já foram ultrapassados. Mas o sonho do improvável tem nome. Chama-se "esperança".


A gente vem uma única vez a este mundo. Nós não passamos senão um breve momento aqui. A vida é curta para todos os que conseguem entender que, um dia, o mundo chegará definitivamente ao fim. Mas, nem todos entendem o que significa, de fato, um dia partir para sempre, para toda a eternidade. Existe tanta coisa que dificulta essa percepção, hora a hora, minuto a minuto.

O brevíssimo momento que me é dado viver neste mundo é minúsculo em comparação com a eternidade em termos de tempo anterior e posterior. Mesmo sabendo que uma coisa era uma delícia maravilhosa, eu me recusaria delicadamente a degustá-la se o pouquinho que me deixassem provar não pesasse mais que um miligrama.


A vida é uma loteria gigantesca, na qual só os números vencedores são visíveis. Você que está lendo este blog é um número vencedor. Sorte sua!!!


Textos extraídos do livro A Garota das Laranjas de Jostein Gaarder
Sugestão de Leitura ^^

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Paradoxo entre o certo e errado

Até onde podemor procurar uma ética onde a escolha que tomamos se nos apresente sempre como a escolha certa? É tão difícil viver assim... sabendo que nossas escolhas resultarão em alguam consequencia que nem mesmo planejamos :(



Será que é tão simples apenas viver sem se perguntar o por que de estarmos vivos? Será que é pecado questionar a existência de um Deus normativo? Por que tantas leis? Pra quê tantos codigos? De que lado você está? Quais são suas armas? Eu acho que estou do lado do bem...
com a luz e com os anjos



O traço que separa (Plebe Rude)
"Sem teoria, sem razão. Agindo apenas por intuição. Por vontade própria sigo em frente. Caminhando sem objetivo passo rente.


Entre dois pontos: a linha reta. Sem ajuda, nem motivação; superando as imposições. Uma voz interna persistente me faz continuar sempre em frente. Entre dois pontos: a linha reta. O traço que separa a menor distância sempre foi a linha reta. Traços que se cruzam, espirais que circulam, me tiram da linha reta.


Durma agora, sonhe tranqüilo. Tente achar algum sentido. Vá seguir a linha reta, sem garantir que é a certa, parece tão simples...


Qual é a força e inspiração? De onde vem tanta determinação? Quando caio me levanto sempre bem mais forte sigo em frente. Entre dois pontos: a linha reta. O traço que separa a menor distância sempre foi a linha reta. Traços que se cruzam, espirais que circulam, me tiram da linha reta.


O paradoxo entre o certo e errado. Escolha as armas e o seu lado. Vá seguir a linha reta, é só querer e será a certa...
parece tão simples..."

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Os Guardas da Ponte: até onde vai o senso de nossos governantes

Quinta-feira 22 de janeiro de 2009 iniciaram as minhas aulas na faculdade. Os que moram em Mossoró sabem que um dos caminhos mais facéis e rápido para se chegar na UERN saindo da Boa Vista é justamente pela Leste-Oeste. Nesta pista (segundo meu pai... perigosa) encontramos duas pontes que estão sob o rio Mossoró. A segunda ponte está já há algum tempo danificada. Sua barra lateral de proteção caiu. A prefeitura colocou umas "proteções" de madeira que em "pouco" tempo (mais de 50 dias) um ser humano sensato foi lá e em forma de protesto fez o favor de arrancar. Para segurança dos que transitam alí... a prefeitura investiu na construção de duas lombadas antes e depois da ponte; ou seriam "Tlombadas"? ¬¬' No dia em que as aulas retornaram... tive uma surpresa... dois guardas da SFA em pé ao lado das novas proteções de madeira...
segui meu caminho, mas, confesso até espalhar que não consegui tirar da mente aqueles dois homens parados, em um tédio colossal pastorando o nada. Na volta, resolvi parar, pois não acreditara que a prefeitura estava pagando uma empresa particular para protejer pedaços velhos de madeira. Com muita educação e um humor incrível, os guardas conversaram comigo e rimos muito da situação. Fiquei sabendo que durante o dia a prefeita paga outra empresa, que também disponibiliza mais dois guardas.
Putz, que lógica essa?! Não seria mais viável encaminhar logo o projeto de reconstrução da ponte? Tanto dinheiro, o meu dinheiro, o dinheiro do povo sofrido mossoroense, do povo que trabalha não sendo empregados onde deveriam ser administrado. Pagar uma empresa particular de vigilância pra proteger uma ponte que está de mal à pior?! Cadê o bom senso de nossos governantes?


Coitados, vão ter que ficar em pé, numa avenida perigosa, sujeitos a acidentes e até assaltos por conta da irresponsabilidade da prefeitura... que está só na espera de um futuro golpe de superfaturamento sobre um pedaço de concreto.

E a pergunta ecooa: Que País é Este????

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Titanomaquia


Segunda-feira 19 de Janeiro de 2009, um dia inesquecível.

Pelo menos... inesquecível pra mim, pro Marcelo e pra Gilrllan. Ah, observação, tenho certeza que também o foi para os dois outros plebeus, Rafael e Romero ahuahau



Mal cheguei de Tibau, fui a procura de uma van pra Canoa Quebrada, com o intuíto de assistir a apresentação dos Titãs. Seria meu primeiro show dos Titãs. Putz, "o pior"... de graça. Pois é, são as férias do ceará... um monte de shows massa por todo o Estado. Enquanto aqui... :'(



Fã que é fã assiste show onde? Na frente! E lá fomos nós para perto do palco. Romero, Rafael e os outros ficaram um pouco na lateral, uahauaha como é Romero? "É impossível não dançar um reagge ao som de Marvin?! uhauahau Concordo!



O show em si foi perfeito, tirando os RC's do Titãs, no mais... titânico!!!

Pulamos pra caramba, gritamos feito doidos>>> ROCK!!!

Não para nossa surpresa, o novo baixista que acompanha os Titãs quem é? Lee Marcucci, ex-Rádio Táxi. Putz, Marcelo quase vai ao choro. auhauahauah



No fim, Eu, Marcelo e Gil fomos a procura do camarim pra vê se falavamos com a banda... :'(

Não deu pra falar, falar, mas tivemos um contato rápido com Tony Belloto, Sérgio Brito e Paulo Miklos... porém, uma conversa legal e muitos elogios ao Marcucci. Mas, uma foto?! Ninguém levou câmera, putz, que coisa?! uahauah Não ficamos sem um registro graças a cobertura de uma Tv de Santa Catarina, TVMagia, com uma reporter super simpática que nos forneceu um click.



A "trupe" que estava em nossa van, retornou com algumas lembrancinhas... 4 palhetas (duas do Tony, um de Branco Mello - Joaquim!!! e uma do Lee Marcucii) das quais tres foram, a cima de xutos e pontapés conseguidas por Marcelo Jr. ahuahau



Obrigados meus amigos por tudo, vocês são phodas!!!

Saudoso poeta


Cresci escutando as músicas que minha mãe gostava. Confesso que as mesmas não corresponde ao gosto que acabei por me afinar com o passar do tempo. Porém, é necessário aqui relatar a força da poesia que se encontra nas letras de inúmeros mestres da cultura popular, quer seja no repente, no cordel ou em cantorias de viola.

O gosto musical de minha mãe era uma mistura das tradiçoes mais folclóricas que se possa achar em nosso Estado com a musicalidade brega das décadas de 50, 60 e 70... isso por influência de minha avó, segundo o que ela me conta.

Entres os nomes que ela mais ouvia se encontram os de Carlos Alexandre, Eliseu Ventania, Teixeirinha, Evaldo Freiro e o ainda contemporâneo Bartô Galeno. Vale salientar que meu nome era pra ser o de seu ídolo Carlos Alexandre... por muita insistência de papai, ela resolveu mudar para Alexsandro, uffa ¬¬'

Em Mossoró um dos pontos mais conhecidos da cidade é a tão famosa Estação das Artes. Lugar de festas, do espetáculo Auto da Liberdade e também é o local onde se encontra o Museu do Petróleo. O patrono desse prédio histórico que no passado era a estação férrea, justamente por onde entrava e saia a economia mossoroense é, não por menos, o cantador de viola Eliseu Ventania. Ele, na realidade era natural de Martins, mas veio para Mossoró e a adotou como terra mãe, ao que a mesma correspondeu.

Fico triste de pensar como pode o nosso tempo produzir tantas músicas ruins e nos esquecermos do passado, onde nossos poetas eram mais sinceros em seus pronunciamentos poéticos e musicais. Eliseu perdeu a visão por consequencia de cataratas, mas mesmo assim continuou a fazer sua arte. Tem uma poesia sua interpretada pela cantora Fernanda Takai da banda Pato Fu e é recordado no documentário "A pessoa é para o que nasce".

Abaixo uma poesia triste do grande mestre Ventania.



Ao pé da cruz

Eu fui um dia visitar o cemitério
Lugar de pranto, de tristeza e emoção
Fiquei sabendo que a vida é um mistério
Por uma cena que abalou meu coração

Foi lá que eu vi uma criança ajoelhada
Ao pé da cruz, a lamentar dizendo assim:
“Esta é a cova que mamãe está sepultada
Mamãe o mundo acabou-se para mim”

“A nossa casa permanece abandonada
Minha roupinha nunca mais ninguém lavou
Minha comida é tão mal feita e maltratada
Sou espancado por alguém aonde vou"

"Se adoeço, fico só, ninguém me assiste
Se estou chorando ninguém vem me consolar
Se vejo um filho chamar a mãe eu fico triste
Por que num tenho uma mãezinha pra chamar”

“Eu aconselho a quem tiver sua mãezinha
Agrade a ela, não lhe faça ingratidão
Eu sofro tanto nesse mundo sem a minha
Ninguém me olha, só recebo humilhação”

Eu estava perto observando aquela cena
A criancinha a soluçar sem ter ninguém
Agarradinha com a cruz eu tive pena
Não suportei, saí dali, chorei também

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Que Deus é esse?


A recrudescia da violência perpetrada na "Terra Santa" no últimos dias me fez refletir sobre dois questionamentos indispensáveis na retórica da humanidade: 1) Em uma guerra pode algum dos lados está certo? 2) Que Deus é este que permite que criançinhas sejam usadas como escudo e arcabouço de um mundo-cão? Bom, a primeira pergunta gostaria de discutir só depois, pois se necessita de mais tempo e espaço e esse texto ficaria por demais exaustivo. Gostaria de deter-me ao segundo questionamento:Qual é o lugar de Deus num mundo de iniqüidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? Até Ele fechou os olhos diante das vítimas do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag, da fome dizimando milhões depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados"? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Que Deus é este, olímpico também diante dos indivíduos? Olhemos a tristeza dos becos escuros e sujos do mundo, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem de seu sonho – pequenino e, ainda assim, frustrado... Até quando haveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua insignificância, fazendo o inventário de suas pequenas solidões, colecionando tudo o que não têm – e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns macacos pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é mesmo imortal, por que lamentamos tanto a morte, como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? O que diriam os mais fiéis? Que estamos pagando por nossos pecados, não é mesmo? Mas que pecados sãos esses? Teria o filhinho de um judeu polonês nascido nos horrores da segunda guerra (e que aos cinco anos de idade viu seus pais serem executados antes dele na câmara) mais pecados que eu? Não sei... Será que é só “questão de sorte”? Pode nosso Deus ser lúdico? Ou poderiam essas coisas estar acontecendo para a fé destes desgraçados ser testada? Pode ser que isso seja só um prelúdio, uma vereda tortuosa para o tão sonhado paraíso... Gozado não é? Que senso de humor o Dele, mas se isso lhe ajudar a dormir à noite...
Partes deste texto foram extraídas do blog de Reynaldo Azevedo.
Romero Tertulino

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Não professor, monografia nãaaaaoooo!!!!


ae, o resumo do que pretendo trabalhar em minha monografia ^^

Em um curso de licenciatura em Filosofia, toda finalidade de excelência ao que tange a sua qualidade tem seu embrião nos estágios supervisionados, onde se pode compreender a realidade de uma sala de aula e ter contato com as primeiras experiências docentes. Porém, na prática o que se tem notado é a ausência de criatividade, dinâmica, metodologia e didática que se possa utilizar e assim, conseguir apreender a atenção dos alunos e o despertar de seus interesses. Por que se erra tanto em relação a métodos, didática e dinâmica de ensino com relação à filosofia? Qual método seria adequado para o estudo e ensino do filosofar? Existe uma grade curricular fixa que se estabeleça?
O desejo de descobrir o que não se sabe esta presente no homem desde o surgimento da humanidade. Desde a mais tenra infância a criança já se maravilha diante do mundo em que está envolta. Na adolescência as crises existenciais trazem a tona o desejo de se saber quem realmente somos; de onde viemos; e para onde vamos. Mas, porque, em sua maioria, os adolescentes concebem a filosofia como uma disciplina cansativa, chata e desnecessária? O que percebemos a priori na má receptividade por parte destes quanto à filosofia tange a uma necessidade de métodos enriquecedores, vivos e claros que os levem a uma reflexão prática em seu dia-a-dia, de forma tal que mexa com sua vida. Baseado na maiêutica socrática encontrada nos livros de Platão percebe-se que é preferível ensinar o filosofar por meio de diálogos, na tentativa de se fazer com que o aprendiz possa formular suas próprias idéias sem intervenção direta do pensamento de outrem. Este não é o único método para se chegar ao clímax da filosofia, há ainda, a liberdade que o docente tem de trabalhar tais conteúdos e indagações, pois a liberdade é própria da reflexão.
O processo que leva ao ensino do filosofar tem-se demonstrado mais eficaz em seus objetivos do que o mero ensino da filosofia de forma temática ou na forma de história. Se conseguíssemos levar nossos alunos, por meio do diálogo e debate de idéias, a uma reflexão própria cujos princípios tenham fundamento, poderia afirmar que chegamos a um ponto culminante do desafio do professor de filosofia, o pensar por si mesmo. Assim seria bem mais emocionante e instigante a aprendizagem do filosofar e não apenas a redução de toda uma gama de conteúdo fascinante a uma mera narração da história com nomes de filósofos, datas e acontecimentos ou discussão sem rumo de temas soltos, ausentes a uma fundamentação teórica. Portanto, se faz necessário ter em mente qual método utilizar, como se deve proceder em sala de aula, quais filósofos pretende-se trabalhar, e quais assuntos abordar, para que assim o conhecimento de filosofia possa voltar a ter seu devido valor como na antiguidade.

domingo, 30 de novembro de 2008

O Medo da Morte


Uma vez quando eu era pequena e estava tomando banho de piscina com alguns colegas, percebi que uma das minhas amigas estava se afogando. Com isso, fui tentar ajudá-la, mas ao invés de salvá-la, eu acabei por me afogar também ... não morri (óbvio) ... mas foi horrível. Eu nunca imaginei que fosse tão ruim a sensação de está “frente a frente “ com a morte. Alguns anos depois quando me lembrava dessa situação comecei a me questionar o porque de sentirmos tanto medo da morte. Estamos tão acostumados com a vida que e de como a vivemos que não nos cabe pensar que um dia ela vai acabar. É por isso que todas as vezes em que vamos pensar na morte e nas varias maneiras em que ela é realizada nos dá um aperto no peito e sentimos vontade de mudar de assunto. É claro que nem todos pensam assim, existem aqueles que encaram a morte como uma coisa da vida e não tem nenhuma preocupação em relação a isso. De acordo com Montaigne, isso seria uma solução para se viver feliz. Já que a única coisa que nos impede de viver é morrer, devemos nos preparar para a morte, pois ela é inevitável. Mas não é tão fácil assim parar e dizer: “eu vou morrer um dia... que legal!”, pois muitas vezes pensar nisso estraga alguns bons momentos; entretanto, quem sabe se enquanto eu me afogava eu pensasse que morrer é realmente “legal”, talvez assim não tivesse ficado com tanto medo?!



Texto produzido por Allanda Bárbara, aluna da 3ª Série do Ensino Médio do CMAC, na disciplina de Filosofia, ministrada pelo professor Sandro Cocco


Fonte: reflexão sobre a matéria “Olhos nos Olhos da Morte”, na coluna Café Filosófico da Revista “Discutindo Filosofia” Ano 1, N° 04

domingo, 23 de novembro de 2008

A CONDIÇÃO INTELECTUAL NADA TEM HAVER COM A CAPACIDADE DE AMAR



Até onde o amor preenche o campo da razão humana ou ele também se faz presente na loucura? Desde a mais remota noção da história da raça humana o homem sempre teve problema em se relacionar com seu semelhante. Desta feita, o que dizer então do relacionamento homem com aqueles que a si se apresentam “diferentes”?
A inclusão tem se tornado um tema bastante atual nos debates sobre ensino-aprendizagem. Com este foco vêm à tona inúmeras referências até mesmo de erros do passado, quando se expurgava do convívio social aqueles que a sociedade tinha como anormal ou diferente. Depois de séculos, passou-se a trabalhar de maneira diferente com as pessoas portadoras de necessidades especiais. Foram criadas casas de apoio para específicas necessidades e também assistência aos pais. Porém, a exclusão ainda estava em pauta.
A partir de meados do século XX a temática de inclusão ganhou força e caráter mais humanitário. As crianças portadoras de necessidades especiais agora podem fazer parte do convívio social do mesmo jeito que as demais crianças. As escolas estão se preparando para tal possibilidade se tornar realidade.
Baseado nesta temática o professor Daurí nos mostrou um filme sobremaneira excelente, que tem por título Uma Lição de Amor. Um drama comovente do diretor Jessie Nelson, criado em 2001 nos Estados Unidos, que conta a historia de Sam Dawson, um deficiente mental (retardo mental e autismo) que diante da possibilidade se tornar se vê abandonado pela mulher e tem que criar sua filha Lucy em meio as suas limitações. Ao completar sete anos de idade, a garota chega ultrapassar seu pai intelectualmente.
A forte ligação existente entre os dois se torna ameaçada quando uma assistente social decide que a menina não deve ser criada pelo pai, pois o mesmo não tem a capacidade de lhe garantir todas as condições paternas que a sociedade espera de um homem. Assim, Ela decide que a menina precisa viver com uma família adotiva. Diante de situação em que aparentemente é impossível sair vitorioso, Sam decide enfrentar o sistema da lei e estabelece um relacionamento não tão comum com Rita Harrison, uma poderosa advogada que inicialmente aceita o caso de graça apenas por ter sido desafiada por seus colegas.
Em meio às diferenças dos dois existem inúmeras semelhanças, o que demonstra a necessidade que o homem tem de amar e ser amado. Sam é compulsivo o que lembra a muito em Rita sua obsessão em se ver aceita pelo meio social em que vive. Seu espírito perfeccionista e sua jornada pelo sucesso a afasta de seu filho, o que vem a destruir de forma lenta seu casamento e sua auto-estima. Unidos, passam a se empenhar em convencer o sistema.
Ao longo desse processo, criam um vínculo que resulta num testemunho singular do poder do amor incondicional, onde os dois saem ganhando – Sam por recuperar a guarda de sua filha e Rita por aprender a dar valor às pequenas coisas da vida e perceber que seu filho é bem mais importante do que se sucesso egocêntrico.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

...

eh verdade o lance do papel? lembre de mim quando tocar Um beijo pra acabar
vc num tem noção do quanto é bom ouvir sua voz. confesso q estou com medo tb
cara .. falando serio fik aq comigo fica mais umpouco?
meu amor, eu volto, eu prometo
vcnao vai me axar maluca^? nao me axe louca, mas to confusa. Parece que nao to gostando de vc somente como amigo. quero estar ao seu lado, ainda mais depois que falei com vc huj
entao somos dois. eu tb tô lesadim
"vou te pegar na sua casa, deixa tudo arrumado..."
jura pra mim??? por favor..odeio mentira.. eu tenho trauma.. seja sempre sincero comigo?
eu nao mentiria apenas pra te deixar feliz ou algo assim
mas eh estranho gostar de alguem q eu nao conheco nao axa? fico pernsando em vc a cada instante
eu tb to sentindo isso. principalmente quando tudo começa em uma brincadeira e vai sei lá se enraizando. e passa a tomar nossa mente, nosso tempo, nosso sono, nosso banho
eu penso em vc o tempio todooooooooooooe olho semp´re o meu ce pra ver se tem torpedo seu masnunca temm
ae zeus, essa minha vida acontece cada uma. estranho, como é estranho susurrar um nome
to gostandoooooooooomuiiitoooooooooooooo de vc. sinto ate saudade,..( como se algum dia ja tivesse tiudo vc do meu lado ). ta vendo a musica q to ouvinso? vou te pegar na sua casa.. deixa tudo arrumado... vou te levar comiugo
eu amo essa musica. é muito surreal, tipo, é algo q eu sempre sonhei em dizer a alguém. acho q esse alguem vai ser vc. pq vc num tá aki?
comopeu qria estar ai do seu lado. e serio, ta estrandho, to com medo. axo que vou me afastar de vc
mas meu medo maior é de mim mesmo. Machado de Assis diz: "longe dos olhos, longe do coração
nbao quero me afastar de vc mas axo que o q to sentindo eh loucura. caramba eh tyao bom ouvir sua voiz
tb gosto de ouvir a sua. eu tenho muito medo, lembra q eu disse isso: tenho medo de mim. tenho medo de machucar vc amor. tenho medo da distancia. tenho medo dos meus erros e do que sou. to falando assim caso venha a errar.
vamos esquecer o dia de hj?
nao posso, meus erros e meus acertos sao meus guias. e hoje... eu ouvi sua voz pela primeira vez... nao quero nunca esquecer esse dia. "a verdade não cabe no amor". ate onde a verdade cabe no amor?
e quanto mais tento acordar, mais pareco estar sonhando;.;;
as vezes é bom ser meio louko né?
Amorrrrrrrr
Oi
me da agunia vc ai e nao tc comigo.. mas sei q estas ocupado.. entao quando vc acabar ai a gente tc direitoo
tentando fazer umtexto pro meu blog, adivinhe sobre o q o texto?
nao sei
vai ficar na curiosidade

sábado, 1 de novembro de 2008

Um fã e uma palheta




Aqui três fotos que tirei com a palheta do Nando Reis, uma delas com duas princesas que amo muito...
abaixo duas letras do Ruivo que so "os diabos nessa linda historia sendo anjos" compreenderão

"N"
E agora, o que eu vou fazer?
Se os seus lábios ainda estão molhando os lábios meus?
E as lágrimas não secaram com o sol que fez?

E agora como posso te esquecer?
Se o seu cheiro ainda está no travesseiro?
E o seu cabelo está enrolado no meu peito?

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
e te beijar
de novo

E agora, como eu passo sem te ver?
Se o seu nome está gravado no
meu braço como um selo?
Nossos nomes que tem o N
como um elo

E agora como posso te perder?
Se o teu corpo ainda guarda o
meu prazer?
E o meu corpo está moldado
com o teu?
"A letra A"
A letra A do seu nome
Abre essa porta e entra
Na mesma casa onde eu moro
Na mesa que me alimenta


A telha esquenta e cobre
Quando de noite ela deita
A gente pensa que escolhe
Se a gente não sabe inventa
A gente só não inventa a dor
A gente que enfrenta o mal
Quando a gente fica em frente ao mar
A gente se sente melhor


A abelha nasce e morre
E a cêra que ela engendra
Acende a luz quando escorre
Da vela que me orienta
Apenas os automóveis
Sem penas se movem e ventam
Certeza é o chão de um imóvel
Prefiro as pernas que me movimentam


A gente em movimento: amor
A gente que enfrenta o mal
Quando a gente fica em frente ao mar
A gente se sente melhor

O Ruivo


31 de outubro de 2008, acho que não esquecerei esse dia. Tive a oportunidade de estar no lugar certo, na hora certa, com as pessoas certas (ou nem tão erradas, rsrsrsr) ouvindo o que mais gosto - música de boa qualidade. Meu deus... presenciei uma performance do Nando Reis que me fez nostalgiar algo não vivido.
Em seus transes musicais o Ruivo parecia Raulzito, em outros momentos lembrava sua tão adorada amiga Cassia Eller, ou quando não, vinha a mente a expontaneidade do Renato Russo e as perversidades sexuais do Cazuza... kkkk risos para o "a sua boca na minha."
Mas não, era apenas Nando Reis, apenas cito aqui em forma de ironia. Pois, quando o mesmo saiu dos Titãs pouco se esperava de sua fama. O destino nos pregou uma peça, O infernal sozinho ae fazendo sucesso indizível e os Titãs... ?!
Acho que o Ruivo esta se encontrando a cada dia com o que chamo de perfeição musical pessoal.
O que mais dizer dessa noite inesquecível? Ganhei uma palheta hahaha, melhor... comprei kkkk
visitei amigos que moram em meu coração nessa tão linda cidade, aprendi um pouco sobre amor e sofrimento com minha amiga Nah...
e comprei um DVD de Cassia Eller de 16,90 divido em 6 vezes no cartão... kkkk isso sim que e economia
No mais... so a lembraça eterna de um fã infernal

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O Grito do Demônio


Ainda bem que terminou o tempo das campanhas políticas de 2008. Ja não aguentava mais tanta asneiras sendo dita pelo "grandes" políticos e principalmente por seus eleitores.

O que mais me deixa emocionado é saber que em sua grande maioria os militantes de determinado partido ou candidato não compreendem pohha nenhuma de política. Mas o pior mesmo é saber que o voto de alguém que entende um mínino de política, ou pelo menos se esforça para se manter informado sobre a bosta desse país, equivale em igual nível ao voto de um anafalbeto que não sabe nem o que é cidadania. Por Zeus, até quando o povo não irá perceber que para melhorar cada cidade e esse covil por completo o poder está em suas próprias mãos?!

É tão difícil entender que o voto não é uma brincadeira? Ou as pessoas se esquecem facilmente quem foi corrupto ou não a menos de três anos? Porque damos votos a traficantes ou filhinhos de papai ou patricinhas cu-doce? Será que nunca perceberemos que o circo da política quando se arma de quatro em quatro anos faz com que os eleitores se tornem os palhaços de todo esse espetáculo?

O que me deixa mais puto é a audácia de um político filho da puta que nunca na vida leu O Príncipe de Maquiavel, nem algum livro de Platão ou Aristóteles vir na minha cara pedir voto e dizer que será a solução para os poblemas sociais. Putz! Não dá!

Acreito que democracia é do Demônio mesmo. Aqui na bosta de minha cidade a coisa não muda. São 16 anos o mesmo grupo governando e mais de três décadas a mesma família. O pior é que agora eles se ploriferaram e fazem parte de todos os partidos, ae num tem nem como não votar em algum deles. Dizem as más línguas que até traficante se elegeu... é o fim, ou então o começo do fim. Mas, ainda por cima justificam..."a voz do povo é a voz de Deus", eu não sabia que esse que chama de Deus era tão canalha e corrupto assim... mas, fazer o que?

Uns filhinhos de papai com taxa altíssima de glicose no rabo, uns pau-no-ku da pohha se candidatam e se elegem com os votos de umas rapariguinhas que justificam: "eu vou votar nele porque ele é bunito", aaaaaaaahhhhhhh, não dá pra areditar que existem pessoas tão fúteis assim, mas o pior, existem mesmo!

No domingo de 05 de outubro fui ao Alto do São Manoel, descer o alto na comemoração da vitória da candidata a reeleição daquí, putz... é incrível como a coisa não muda. "A história se repete, mas a força deixa a história mal contada". Uma massa de desocupados em pleno domingo, véspera de trabalho, se embriagando comemorando uma idiotice, ou seja, comemorando que a merreca que ganham (seus míseros salários) vá parar na forma de impostos no bolso de marajás e felaputistas que comandam essa oligarquia nojenta de Mossoró. Sons altíssimos, muito alcool, muita mulher feia e viados de todas as espécies, parecia a babilônia ou sodoma... mas infelizmente é isso mesmo que o povo gosta, a velha república do "panis et circense" apregoada pelos romanos.


Alí, naquele dia eu ouvi, eu ouvi o grito do Demônio, na boca do povo que se chama democracia. Mas fiquei em dúvida se era apenas um grito do dito cujo ou se eram risos sarcásticos que ridicularizava essa tão fútil humanidade.


"Até quando esperar a Plebe ajoelhar esperando a ajuda de Deus?"

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Um dia eu fico sério me atiro de algum prédio!


Meu deus, quem inventou os feriados? Hoje 30 de setembro de 2008, aqui tá um tédio da pohhhaaaaa.
Comemora-se em Mossoró a Abolição dos Escravos, que aqui "ganharam" suas liberdades cinco anos antes da Lei Áurea. É uma piada... 125 anos se passaram e o que tem o povo negro de liberdade? Um pseudo ideal de igualdade pregado por uma constituição que impõem o respeito aos afrodescendentes. Putz! Que País é Este? Cotas, preconceito, olhar de medo... raiva, nojo

Até quando teremos que fingir que não somos racistas e preconceituosos?

Eu tô no meu quarto escrevendo isso aqui e escutando Plebe Rude, com uma raiva da mulesta pois tenho que terminar um texto pra uma peça teatral da escola e me falta inspiração. Sem ninguém por perto, pensando no desfile cívico municipal que perdi, nas horas que gastei no msn e orkut e também refletindo sobre o racismo, mas o tédio não passa, um dia eu fico sério e me atiro de algum prédio!

Abaixo segue a letra da Plebe que trabalha esta temática:


Ontem fez cem anos
Hoje comemoramos
E está tudo igual
Tem um outro lugar
Isso eu tenho certeza
Lá não tem disso não
Ninguém pode calar
O silêncio fala
Bem mais alto que gritar
Tire a mordaça
Ergue a tua taça
Mas a dúvida ainda é
Demoraría mais de cem anos
Para aprender a boa lição
Que toda raça de mãos dadas
Derruba discriminação
Mas existe um outro lugar
Esse retrocesso
Chamam de progresso
Não é bem assim
Tem um outro lugar
Isso eu tenho certeza
Lá não tem disso não
Um ideal que se agarra
O laço que se amarra
E isso ninguém tira não
Ontem fez cem anos
Aonde chegamos
Que isso sirva de lição
Tem um outro lugar
Com um pouco de fé fará sentido
Mais justo que o nosso lar
Aonde esse canto será ouvido

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

“Por toda a plataforma você não vê a torre...”


Faz Tempo que Não Pula Ninguém da Torre de TV – Nicholas Berh
No alto da Torre várias pessoas deixaram frases escritas
“O amor nos uniu antes do fim de tudo” (* 1953 - † 1972)
“Flor que lutou contra a faca e perdeu” (* 1961 - † 1977)
“Sem esperança e sem medo” (* 1950 - † 1968)
3000 pessoas se jogaram da Torre de TV. 306 eram desempregados, 216 afirmavam que eram felizes, 1720 trabalhavam no governo.
Nada pode ser verdade, ame o acaso... mas é verdade. Nos anos 80, a Torre foi toda gradeada. Desde então as pessoas se matam em casa... ou nas ruas, nos supermercados, nas filas, no sinal vermelho, nos jogos de futebol, na TV, videogames , rivotril, ódio, preconceito, nicotina, ak47, cano 38, solidão, lithium, nas salas de aula.
Viva o amor, resista, eles não venceram, sonhe

Fim do nada
O Que Se Faz (Plebe Rude)
O que se faz se paga
O que se faz aqui
Os danos no seu rastro
Não deixam de existir
As vezes, só do inferno é que se vê o céu
Veja com os seus olhos o que eu já vi com os meus
Nada justifica
Os meios, nem o fim
Todo preconceito
Vai te perseguir até o inferno
Se nascemos só uma vez
Isso é melhor que pode fazer?
E as promessas que você faz
Você vai alcançar jamais
Pra que a pressa? pra onde vai?
Aqui se paga todo o mal que se faz
Pode fazer o que quiser
Pode dizer o que quiser
Mas eu vou desmentir cada palavra
Pode contar sua versão
Pode viver em negação
Não enxerga que os dias estão contados?
Isso é o melhor que pode fazer?
As vezes, só do inferno é que se vê o céu
Saia dos seus sapatos e tente andar nos meus

sábado, 13 de setembro de 2008

Pense dance, dance e pense!



Quando se aproximava o carnaval de 2008 refleti sobre uma questão que há muito me incomodava. O carnaval chegando, eis a maior festa da cultura carioca, aquela alegria... a lembrança de Pierrot e Colombina, a esperteza de Arlequim e o samba que coloca todo mundo na “gandaia”. E na quarta-feira seguinte... cinzas... apenas cinzas.
É do conhecimento de todos que durante o carnaval o axé é o ritmo que empolga a juventude. Muitas alegrias e farras ocorrem durante o carnaval. Em meio a tanta alegria eu fico triste. “Eu fico triste quando chega o carnaval”, já dizia Luiz Melodia. Nunca me acostumei com ritmos tão dançantes, sempre exaltei a letra da canção sobre qualquer outro aspecto da música, apesar de saber que música não é apenas letra. Porém, algumas pessoas dizem: mas existem músicas para dançar e outras para pensar e refletir. Pergunto: será mesmo verdadeira essa afirmação? Não se pode criar uma letra com a qual possamos dançar e refletir sobre seu conteúdo de forma significativa para nossas vidas?
Acredito que exista tal possibilidade. E conheço inúmeras letras que podem ser facilmente adaptadas para qualquer ritmo dançante. Um exemplo disso foi a música Eva da banda Rádio Táxi que foi regravada com o ritmo de axé pela excelente interprete baiana Ivete Sangalo. Tal fez algumas pessoas perguntem: oxente meu rei, mas o que a letra quer dizer mermo? Qual o seu conteúdo? Num é uma letra que fala do amor numa astronave não?
Pois bem, muitas pessoas conhecem a letra, mas pouquíssimas compreendem a mensagem dela. A década? 1980, a Guerra Fria começava a chegar ao fim. Porém, muitas pessoas tinham medo do que as duas grandes potências que venceram a 2ª Guerra eram capaz de fazer naquele instante histórico. A Guerra Fria se caracterizou por ser um conflito de “meninos mimados” que disputam o poder e a influência do mundo. De um lado o capitalismo, do outro o socialismo. Um de seus aspectos principais foi a corrida armamentista. Dinheiro e mais dinheiro gasto pra que EUA e URSS tentassem intimidar um ao outro como seu arsenal bélico. Enquanto isso... a África continuava com a fome e a miséria. Nunca se juntaram para que pudessem ajudar esse pobre continente, aliás... estiveram juntos sim, em um único momento – para salvar uma baleia que encalhou entre o estreito de Bering. Ali, um único navio com a bandeira listrada em vermelho e branco e ao seu lado o grande manto vermelho com a foice e o martelo. Outro aspecto importante para se compreender tal conflito foi á corrida espacial. Novamente muito dinheiro foi empregado nas pesquisas científicas e tecnológicas para que um país pudesse mostrar ao outro, e mesmo ao mundo, até onde se poderia ir. Mandaram cachorro, macaco e até o próprio homem ao espaço. Mas os EUA venceram... chegaram até a lua e lá estamparam sua bandeira. Muitas lendas falavam de uma 3° grande guerra mundial. Ambos tinham controles e botões anti-atômicos. Outros diziam que eles tinham a capacidade de se autodestruir causando uma destruição total do planeta como conseqüência da radiação e etc.
A letra da canção retrata as indagações de um jovem que, em meio a essa infantilidade, tinha medo de morrer por uma questão que não tinha nada a ver com seu país e sua vida. Seu medo é tão grande que ele projeta uma destruição mundial. No entanto, sua esperança e fé na raça humana se lançam no papel de tentar reconstruir esse mundo e repovoá-lo, sendo ele um novo Adão e sua namorada uma pequena Eva, a qual é a única que pode dar-lhe a “força pra viver”, nem que seja “pelo espaço de um instante”.
Essa letra é um exemplo de que se pode pensar sobre o mundo, a política, os sentimentos, os problemas sociais e mesmo assim... dançar. Fica aqui a advertência: na próxima vez em que pararmos para escutar uma música, dançante ou não, é bom alertarmos para o que a letra diz, qual o seu conteúdo e assim nos deleitarmos com música de boa qualidade e não deixar de aproveitar o carnaval.
Meu amor olha só hoje o sol não apareceu. É o fim da aventura humana na terra ...

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

É em outrubro



É muito triste pensar que a maioria dos brasileiros são assim...
mais triste ainda é saber que existe um sistema no qual impreguina em nossas mentes que todos somos iguais em direitos e deveres. Ou seja, qualquer idiota pode ser comparado a uma pessoa que se mata de estudar, que tem uma conciência política e que compreende a realidade com base em uma reflexão socio-histórica e filosófica. É como Ângelo sempre diz: DEMOCRACIA É DO DEMÔNIO mesmo!!!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008


Será que precisamos de uma filosofia de vida?
"Imagine-se chegando a nossa galáxia, a Via Láctea.Durante milhares de anos você voa sem rumo entre as estrelas e os sistemas solares.De vez em quando você gira em torno de um planeta - sem enxergar o menor sinal de vida. Você já esta prestes a ir embora da Via Láctea quando, de repente, avista um planeta trasbordando de vida no meio de uma das múltiplas espirais da galáxia. Nesse exato momento você acorda. A viagem foi um sonho! Mas você percebe que o planeta que descobriu em seu sonho é o planeta onde você vive.
[...]
Durante o café da manhã, o estranho sonho não lhe sai da cabeça.Você se conta que viver na Terra é uma Oportunidade Fantástica."
Victor Hellern , Henry Notaken, Jostein Gaarder. O livro das religiões

Então volto a lhe fazer: Será que realmente precisamos de uma filosofia de vida??
Por que precisamos de uma vida regrada? por que precisamos seguir a
os dogmas religiosos?

deixo para vocês essas perguntas e pensarem...

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Segurança pública = insegurança social





Tendo uma constituição utópica e totalmente fora da realidade levando em consideração o artigo 144(A segurança pública, dever do Estado...) faz com que haja total descrença e desconfiança de toda a nação, pois até os incumbidos de tal dever estão mudando de lado.
Ultimamente fomos bombardeados de notícias de policiais que matam inocentes e crianças, formam milícias, que estão envolvidos com o tráfico de drogas, militares que entregam pessoas a bandidos entre vários outros casos. Fazendo com que a população no lugar de confiar sua segurança no estado, faz é ficar com mais medo, agora não mais somente dos bandidos comuns, mas também dos fardados que julgam ter a lei a seu favor e que a utilizam de modo arbitrário. Diante de tais crimes quase não vemos punições e sim apenas absolvições para estes indivíduos que são revestidos de um dever tão nobre, mas que acabam se corrompendo, essa falta de punição faz com que eles se sintam à vontade de continuar a praticar seus atos criminosos, pois afinal eles são a "lei" e não vai acontecer nada com eles.
Muitos entram pra polícia não para desempenha seu devido papel, mas para somente sentir revestido de "poder" recebido pelo o estado e esquecem de sua missão, por isso surge policiais corruptos, ineficazes, preguiçosos e omissos (claro que não sou todos pois dizer que todo policial é corrupto é a mesma coisa que falar que todas as pessoas que moram na favela são bandidos,
porém o numero de policiais honestos esta cada vez menor, é fato).
Sou a favor de uma graduação para policiais, assim como médicos, advogados, professores. Para que formemos cada vez profissionais dedicados, preparados, com a ética e a moral necessária para ter o direito de exercer tal função honrosamente.





PM na rua, a guarda nacional/ Nosso medo sua arma, a coisa nao tá mal/A instituição está aí para a nossa proteção/Pra sua proteção
Tanques lá fora, exército de plantão/Apontados aqui pro interior/E tudo isso pra sua proteção/Pro governo poder se impor/A PM na rua nosso medo de viver/O consolo é que eles vão me proteger/A única pergunta é: me proteger do que?/Sou uma minoria mais pelo menos falo o que quero apesar da repressão.../é para sua proteção....../é para sua proteção...
Plebe Rude

segunda-feira, 7 de julho de 2008

A inocência perdida das canções de ninar


Eu, uma brasileira morando nos Estados Unidos da América, para ajudar no orçamento estou fazendo “bico” de babá e estudo. Ao cuidar de uma das meninas, cantei “Boi da cara preta” para ela, antes dela dormir. Ela adorou e essa passou a ser a música que ela sempre pede para eu cantar ao colocá-la para dormir.
Antes de adotarmos o “boi, boi, boi” como canção de ninar, a canção que cantávamos (em Inglês) dizia algo como: Boa noite, linda menina, durma bem./ Sonhos doces venham para você,/ Sonhos doces por toda noite”... (Que lindo!)
Eis que um dia Mary Helen me pergunta o que as palavras em português da música “Boi da cara preta” queriam dizer em inglês: “Boi, boi, boi, boi da cara preta,/ pega essa menina que tem medo de careta...”
Como eu ia explicar para ela e dizer que, na verdade, a música “Boi da cara preta” era uma ameaça, era algo como “dorme logo, senão o boi vem te comer”? Como explicar que eu estava tentando fazer com que ela dormisse com uma música que incita um bovino de cor negra a pegar uma cândida menina? Claro que menti para ela, mas comecei a pensar em outras canções infantis, pois não me sentiria bem ameaçando aquela menina com um temível boi toda noite... Que tal... “nana neném que a cuca vai pegar...”
Caramba... outra ameaça! Agora com um ser ainda mais maligno que um boi preto! Depois de uma frustrante busca por uma canção infantil do folclore brasileiro que fosse positiva e de uma longa reflexão, eu descobri toda a origem dos problemas do Brasil. O problema do Brasil é que a sua população em geral tem uma auto-estima muito baixa. Isso faz com que os brasileiros se sintam sempre inferiores e ameaçados, passivos o suficiente para aceitar qualquer tipo de extorsão e exploração, seja interna ou externa.
Por que isso acontece? Trauma de infância! Trauma causado pelas canções da infância. Vou explicar: nós somos ameaçados, amedrontados, encaramos tragédias desde o berço! Por isso levamos tanta porrada da vida e ficamos quietos. Exemplificarei minha tese: Atirei o pau no gato-tô-tô/ Mas o gato-tô-tô não morreu-reu-reu / Dona Chica-ca-ca admirou-se-se/ Do berrô, do berrô que o gato deu/ Miaaau! Esse clássico do cancioneiro infantil é uma demonstração clara de falta de respeito aos animais (pobre gato) e crueldade. Por que atirar o pau no gato, essa criatura tão indefesa? E para acentuar a gravidade, ainda relata o sadismo dessa mulher sob a alcunha de “D. Chica”. Uma vergonha!
Eu sou pobre, pobre, pobre,/ De marré, marré, marré. Eu sou pobre, pobre, pobre,/ De marré de si./ Eu sou rica, rica, rica,/ De marré, marré, marré./ Eu sou rica, rica, rica, De marré de si. Colocar a realidade tão vergonhosa da desigualdade social em versos tão doces!! É impossível não lembrar do seu amiguinho rico da infância com um carrinho de controle remoto, e você brincando com seu carrinho de plástico?
Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu!/ Vem cá, meu bem, vem cá! Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá!/ Tenho medo de apanhar. Quem é o adulto sádico que criou essa rima? No mínimo ele espancava o pobre Bitu...
Marcha soldado,/ cabeça de papel!/ Quem não marchar direito,/ Vai preso pro quartel. De novo: ameaça. Ou obedece ou se dana. Não é à toa que brasileiro admite tudo de cabeça baixa...
A canoa virou,/ Quem deixou ela virar?/ Foi por causa da fulana/ Que não soube remar. Ao invés de incentivar o trabalho de equipe e o apoio mútuo, as crianças brasileiras são ensinadas a dedurar e condenar um semelhante. Bate nele, mãe!
Samba-lelê tá doente,/ Tá com a cabeça quebrada./ Samba-lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A pessoa, conhecida como Samba-lelê, encontra-se com a saúde debilitada, necessita de cuidados médicos, mas, ao invés de compaixão e apoio, a música diz que ela precisa de palmadas! Acho que o Samba-lelê deve ser irmão do Bitu...
O anel que tu me deste/ Era vidro e se quebrou./ O amor que tu me tinhas/ Era pouco e se acabou... Como crescer e acreditar no amor e no casamento depois de ouvir essa passagem anos a fio?
O cravo brigou com a rosa/ Debaixo de uma sacada;/ O cravo saiu ferido/ E a rosa despedaçada./ O cravo ficou doente,/ A rosa foi visitar;/ O cravo teve um desmaio, A rosa pôs-se a chorar. Desgraça, desgraça, desgraça! E ainda incita a violência conjugal (releie a primeira estrofe).
Precisamos lutar contra essas lembranças, meus amigos!
Nossos filhos merecem um futuro melhor!


Araçatuba Vilmara Belo

quinta-feira, 3 de julho de 2008

"O ócio dignifica o homem"



Hoje em dia vivemos sempre correndo de um lado para outro sempre apressado sem conseguir conciliar milhares de atividades sejam elas: escola, faculdade, trabalho e muito trabalho.
Estudamos 20 anos de nossas vidas para depois trabalhar o resto dela, e nos agarramos a empregos que geralmente não desejamos submetendo até nossos fins de semana para saciar a nossa fome consumidora com a qual estamos sendo instigados pelo capitalismo. Morrendo de trabalhar e recebendo um valor pífio no fim do mês para enriquecer os poucos detentores dos meios de produção. Fazendo com que as pessoas fiquem bitoladas em somente trabalho e mais trabalho sendo alienados sem ter tempo pra refletir sobre a realidade "escravista" em que você é um consumista já consumido pelo capitalismo. com isso surgem frase do tipo "o trabalho edifica /dignifica/ santifica o homen". Desde de quando o trabalho faz isso?!?! Quem oferece isso ao homem é um emprego valorizado pela sociedade ou as más condições a qual é submetido ou /e excesso de trabalho que proporcionam ao indivíduo, doenças e desilusão. Desilusão por ter trabalhado e "gerado riqueza ao seu país"(marketing capitalista) a vida toda e muitas vezes não ter nem uma casa própria, não poder oferecer uma educação de qualidade aos seus filhos(que só se encontram em escolas particulares) e não ter direito a uma assistência social.

Alguns especialistas afirmam que o tempo livre é um marco para se abandonar ao puro lazer. Assinalam que o fato de "não fazer nada" é um exercício de criatividade, porque consiste em fazer o que dá vontade em uma pessoa, ao contrário do que é imposto ou proposto por outros. Segundo especialistas, quando o cérebro registra que haverá um tempo livre e relaxante, se produz uma sensação de prazer e tranqüilidade prévios, como se já se vivesse nessa situação, e a mente e o corpo descansam por antecipado, ou contrário do trabalho que quando você pensa chega da uma dor na consciência, salvo os que realmente estão realizados com seu emprego(oque muitos afirmam, porém não condiz com a realidade).

E vivamos o direito á preguiça, correpondente não ao direito á sobrevivência mas ao direito do prazer de viver!!!!!!



segunda-feira, 30 de junho de 2008

“OS ENCANTOS E DESENCANTOS DA CIDADE SEM CANTOS”




Desde algum tempo há em mim um desejo imenso de conhecer a “cidade sem cantos.” O porquê em si, eu não tenho ao certo. O que argumento quando me perguntam que desejo é esse de conhecer a capital de meu país, afirmo: amo as músicas da “thurma” – Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial e Plebe Rude – todas com o mesmo embrião abortado pelo Aborto Elétrico.

Em 2005 um primo meu veio de São Paulo à Mossoró em uma moto Saara. Putz, ai foi que meu desejo aumentou. “Ah, quem dera conhecer Brasília saindo de moto?!” No mês passado tive a oportunidade de ouvir um professor meu de lá cantando com sua esposa no encerramento de um simpósio universitário. Foi massa a festinha! Ontem fui visitar um amigo meu e a mãe dele, que morou na cidade de JK, começou a me falar da beleza que se tem em vista quando pousamos em um avião naquela cidade. “imagine você vê aquele projeto ali no chão, um avião pousando em outro avião. Uma cidade tão bem projetada, aquelas asas e o plano piloto!”

Porém, nem tudo é só encantos na cidade sem cantos. O mal da modernidade chegou por lá, como tem chegado a todo o interior do nosso Brasil. O progresso e modernidade, infelizmente, vêm acompanhados da violência, da pobreza e da falta de humanidade. Até quando clamaremos aos responsáveis pela educação, segurança, trabalho, lazer e dignidade? Será que Brasília se esquece de seus filhos e só se lembra em ano de Copa do Mundo? Ah Brasília, sinto pena de ti, deve ser difícil viver diariamente com um número exacerbado de corruptos e mentirosos. Quem sabe um dia, não apenas sonhemos, mas lutemos para que você “grande avião sem combustível” possa voar para o verdadeiro progresso e pregar seu encantos e o canto de seus antigos jovens poetas “rebeldes”, e assim, o nosso Brasil se torne de fato...

O País do futuro!

"Ninguém respeita a constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Mas o Brasil vai ficar rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos índios num leilão
Que país é esse?"

Renato Russo

sábado, 28 de junho de 2008

"Proteção"

"Proteção" Veja quem realmente nos protege...

VER CHARGE



"A PM na rua, a guarda nacional
nosso medo suas armas, a coisa não tá mal
a instituição esta aí para a nossa protecao
Tanques lá fora, exército de plantão
apontados aqui pro interior
e tudo isso para sua proteção
pro governo poder se impor
A PM na rua, nosso medo de viver
um consolo é que eles vão me proteger
a unica pergunta é: me proteger do que?"
PLEBE RUDE

Será que realmente estamos
protegidos?

Seja alguem, vote em NINGUÉM!!!!


Desde que fomos invadidos há 500 anos sofremos do mal que é o principal agente da violência urbana, analfabetismo e injustiça, a velha e tão conhecida corrupção (no que tange ao campo da esfera política). E o que os políticos fazem? Eles dividem o povo como forma de iludir e ludibriar a massa, que pensam que ao votarem nesse ou naquele outro candidato, estes vão representar seus ideais e mudar ou melhorar a situação do país. Fazem com que haja discussões, brigas e rixas políticas, mas são tudo farinha do mesmo saco e estão pouco se lixando para seus eleitores. Aqueles, que só são lembrados de quatro em quatro anos. Com as mesmas velhas promessas que bem conhecemos: uma chapinha aqui, uns óculos acolá, uma reforma na casa, um emprego para um parente, o fim da seca no Nordeste, segurança, saúde, educação e lazer. Antes tínhamos os liberais e conservadores (burgueses cafeeiros do Brasil imperial) e hoje temos: PT, PSDB, PMDB, PTB PCARAI DE ASA e mais ‘trocentos’ partidos políticos menores.
O Voto em Branco é um voto não computado desde 1997 e é aceito como se o eleitor estivesse indiferente quanto aos candidatos. Generalizando, somos um povo passivo, morgado e não fazemos nenhuma Revolução para mudar toda essa palhaçada com a qual está manchada a história de nosso Brasil. Devemos, pelo menos, usar nosso voto como uma arma e uma identidade.


"Imaginem uma eleição em que ninguém fosse eleito/ Já estou vendo a cara do futuro prefeito /Vamos lá chapa, seja franco /Use o poder do seu voto, vote em branco..."
PLEBE RUDE


sexta-feira, 27 de junho de 2008

Gilrllan Plebeu indica: Teoria do Caos


Queria indicar um filme que fala sobre perdão incondicional, na tentativa de achar a felicidade e de fazer o que der na telha, apesar de ser uma comédia romântica nos faz pensar sobre se temos que levar nossas vidas de uma forma "certinha" e tão a séria. Ah, o filme é "Teoria do Caos" muito bom, recomendo ^^
26 de Junho de 2008 19:34


quinta-feira, 26 de junho de 2008

Canto dos Plebeus

Este blog foi criado com a finalidade e desejo de expôr nossas idéias, pensamentos e crônicas, bem como propagar um pouco do nosso gosto relacionado à música, filmes, livros, teatro e etc.

Sandro Cocco, Rafael Bakunin e Gilrllan Rubro-Negro