
Essa é uma simples homenagem que Péricles Cavalcante fez para a sua amiga Cássia Eller (ah Cássia! como vc faz falta).
Dizem que o melhor elogio é a imitação.




Protegido pela ciência e vindo sem qualquer velocidade à gente se sente melhor ao lado de quem a gente gosta de está ao lado. De conversar, rir, e se perceber a pessoa mais besta do mundo. Sobre relacionamentos? Fica a simples pergunta: como começar de novo se a ferida que sangrou acostumou a me sentir prejudicado? É preciso que nos livremos da vaga idéia de perfeição que só faz estragos. Seres humanos são imperfeitos. Talvez o que fique é a sensação: Eu ainda gosto dela. Mas, ela já não gosta tanto assim. Não há nada mais bonito do que o seu sorriso. O jeito que você arruma seu cabelo procurando aquele efeito que o mundo não quer reparar - Revela tanto!
Ainda que leve o tempo que custou pra que ruíssem as pedras que o império levantou; Mas se você olhar vai ver que tudo está errado porque ao seu lado não existe um lugar para mim... Será mesmo que não existe um lugar para mim? Tomara que não se faça o que tantas outras fizeram, depois de morder me deu um soco e assoprou, depois de comer lavou suas mãos e enxugou. Será que eu não passo de um brinquedo desmontável? Ou apenas um amigo? Mim e Você, Você em mim, diariamente, no pensamento, no msn... e a janelinha teima em não subir. E as pedras que encontramos no caminho... não são apenas pedras... são muito mais, são histórias.
Texto inspirado em coletâneas do mestre Nando Reis. Abaixo segue um de seus mais belos versos:
“Hoje acordei sem lembrar
Se vivi ou se sonhei
Você aqui nesse lugar
Que eu ainda não deixei
Vou ficar?
Quanto tempo vou esperar?
Eu não sei o que vou fazer, não”
Em Algum lugar no tempo e no espaço
Em uma manhã qualquer de algum tempo no futuro Pedro acorda sem vontade de levantar da cama, semelhante a maioria dos garotos de sua idade. Ele sabe que precisa se preparar para ir ao trabalho, é o seu primeiro dia na Fábrica de Panelas. Ao contemplar seu lanche matinal, depara-se com um ovo que sua mãe havia preparado, e pensa consigo mesmo:
- Quão fantástico é um ovo! Como pode o homem deixar de perguntar quem veio primeiro, se foi o ovo ou a galinha?
Esta pergunta tão simples e aparentemente boba, fora esquecida pela maioria das pessoas. Mas pedro sabia que esta pergunta revelava muito mais do que o simples desejo de se descobrir quem veio primeiro, se foi um ovo ou se foi uma galinha, e sim, ela perscruta o ensejo de saber as causas primeiras da existência. As coisas simples da vida não são banais como a maioria dos animais racionais acreditam. Ele mesmo já havia se perguntado várias vezes diante do espelho de onde tinha vindo, por que estava aqui nesse mundo e qual o sentido da vida.
“Acho que por mais sofisticada e tecnológica se torne a humanidade estas perguntas nunca deixarão de serem feitas”, pensava o jovem aspirante a filósofo.
Na ida ao trabalho, seu primeiro dia de trabalho, começava a se ver como alguém responsável. Caminhava lento pelas calçadas e refletia: Por que trabalhar? A resposta imediata aparecia com a seguinte solução: pra ganhar dinheiro. Mas, logo trazia outra pergunta: e pra quê dinheiro? pra gastar! Esse ciclo parecia não fazer muito sentido pra sua cabeça questionativa. Continuava caminhando e observava a criação feita por Deus e a criação feita pelo homem. Achava que o homem criou mais coisas do que o próprio Deus, e acreditava está aí o problema de todos os problemas. Nem sempre se pode ser Deus. Até onde o homem pensava ir com sua sabedoria? Até onde o ser humano pode criar? Qual será o último invento humano? Essas eram suas perguntas prediletas.
De tanto filosofar nem percebeu a distância de sua casa ao trabalho. E logo chegou na recepção. Ao entrar se deparou com uma moça que trabalhava com inforções sobre a empresa. Ao perceber o jovem, ela perguntou:
- Pois não jovem, em que posso ajudá-lo?
Ele respondeu:
- É o meu primeiro dia de trabalho aqui na fábrica. Onde posso encontrar minha sala? É no setor de microchips...
- Ah sim! é o novo estagiário que veio da universidade?
- Sim, sim, é isso.
Pedro começava a gaguejar diante da beleza estonteante daquela garota. Parecia ter sido feita em laboratório. Uma beleza rara, onde se percebia a perfeição de uma obra divina.




Ae galera, não liguem pras minhas loucuras não uahuahaua, esse texto foi o começo de uma novela filosófica que meu professor havia passado pra gente criar uahauhaua, uma novela filosófica é um texto de fácil linguagem mas que contenha uma reflexão específica.
ae vai meu textin ...
Nossa história se passa depois que o homem esqueceu de conviver com o seu semelhante e passou a gastar mais tempo com o computador. O ano é 2096 e tudo que existe é feito em prol do desenvolvimento da nova tecnologia chamada “panela”. Panela é o nome dado a um conjunto de dados armazenados em um chip criado no ano de 2008 e posteriormente desenvolvido pelos cientistas da mecatrônica, ciência que estuda as formas de tecnologias da robótica e da informática.
A ciência havia caído em descrédito. Acredita-se que foi depois da ascenção cultural dos livros de um filósofo alemão conhecido como Nietzsche. Isso quando uma boa parte do mundo percebeu que não tinha mais nada de interessante a fazer e os seres humanos voltaram a pensar, como os antigos homens da Grécia. Quando os fundamentos das ciências surgiram, ela trouxe consigo a idéia de que salvaria o mundo de todos os seus males, o que foi demonstrado não ser verdade, embora ela tenha trazido muita comodidade para a humanidade. O que seria dos casais de namorados sem o celular? O que seria dos adolescentes sem a internet? O que seria das donas de casa sem a Tv digital?
O homem em seu anseio infinito de criar, sempre buscou fazer coisas com o fim de trazer-lhe sossego e diminuir sua labuta. foi com esse foco que ele desenvolveu a clonagem e as primeiras formas de inteligência artificial. Embora, muitos nunca tenham se perguntado: é possível clonar também a alma humana? A alma que habita no corpo de um clone é a mesma que habita seu corpo fonte? Muitos clones foram feitos com o objetivo de uso, por seus “donos”, orgãos ou células para benefício próprio. Mas, até onde vai a decisão humana de brincar com outros seres? É justo fazer nascer um ser vivo para depois matá-lo em seu benefício?
É aqui que entra a história da Fábrica de Panelas. Esse nome foi escolhido depois que a mídia ridicularizou os primeiros projetos que não deram certos. Os primeiros chips criados eram de cor prata, o que também ajudou na alcunha. O esteriótipo das primeiras máquinas IA não agradavam muito o público, principalmente os cientistas europeus, o que levou a imprensa apelidar de panelas os primeiros robôs fabricados. O cientista responsável pelo ponta-pé inicial foi o escocês James Pan Pothole.
O planeta começava a ficar de cabeça pra baixo. As crianças não brincavam mais nas ruas umas com as outras, cada uma tinha seu próprio amigo robô, que apelidavam de tamagushy. As donas de casa podiam ter uma vida livre de afazeres domésticos, pois toda casa tinha seu robô faxineiro, jardineiro, segurança e etc. Tudo era feito por telecomunicações ou comunicação móvel, pela internet ou por algum cabo de fibra óptico. Assim caminhava a humanidade, talvez até para sua própria ruína, talvez.

Coitados, vão ter que ficar em pé, numa avenida perigosa, sujeitos a acidentes e até assaltos por conta da irresponsabilidade da prefeitura... que está só na espera de um futuro golpe de superfaturamento sobre um pedaço de concreto.
E a pergunta ecooa: Que País é Este????






Até onde o amor preenche o campo da razão humana ou ele também se faz presente na loucura? Desde a mais remota noção da história da raça humana o homem sempre teve problema em se relacionar com seu semelhante. Desta feita, o que dizer então do relacionamento homem com aqueles que a si se apresentam “diferentes”?
A inclusão tem se tornado um tema bastante atual nos debates sobre ensino-aprendizagem. Com este foco vêm à tona inúmeras referências até mesmo de erros do passado, quando se expurgava do convívio social aqueles que a sociedade tinha como anormal ou diferente. Depois de séculos, passou-se a trabalhar de maneira diferente com as pessoas portadoras de necessidades especiais. Foram criadas casas de apoio para específicas necessidades e também assistência aos pais. Porém, a exclusão ainda estava em pauta.
A partir de meados do século XX a temática de inclusão ganhou força e caráter mais humanitário. As crianças portadoras de necessidades especiais agora podem fazer parte do convívio social do mesmo jeito que as demais crianças. As escolas estão se preparando para tal possibilidade se tornar realidade.
Baseado nesta temática o professor Daurí nos mostrou um filme sobremaneira excelente, que tem por título Uma Lição de Amor. Um drama comovente do diretor Jessie Nelson, criado em 2001 nos Estados Unidos, que conta a historia de Sam Dawson, um deficiente mental (retardo mental e autismo) que diante da possibilidade se tornar se vê abandonado pela mulher e tem que criar sua filha Lucy em meio as suas limitações. Ao completar sete anos de idade, a garota chega ultrapassar seu pai intelectualmente.
A forte ligação existente entre os dois se torna ameaçada quando uma assistente social decide que a menina não deve ser criada pelo pai, pois o mesmo não tem a capacidade de lhe garantir todas as condições paternas que a sociedade espera de um homem. Assim, Ela decide que a menina precisa viver com uma família adotiva. Diante de situação em que aparentemente é impossível sair vitorioso, Sam decide enfrentar o sistema da lei e estabelece um relacionamento não tão comum com Rita Harrison, uma poderosa advogada que inicialmente aceita o caso de graça apenas por ter sido desafiada por seus colegas.
Em meio às diferenças dos dois existem inúmeras semelhanças, o que demonstra a necessidade que o homem tem de amar e ser amado. Sam é compulsivo o que lembra a muito em Rita sua obsessão em se ver aceita pelo meio social em que vive. Seu espírito perfeccionista e sua jornada pelo sucesso a afasta de seu filho, o que vem a destruir de forma lenta seu casamento e sua auto-estima. Unidos, passam a se empenhar em convencer o sistema.
Ao longo desse processo, criam um vínculo que resulta num testemunho singular do poder do amor incondicional, onde os dois saem ganhando – Sam por recuperar a guarda de sua filha e Rita por aprender a dar valor às pequenas coisas da vida e perceber que seu filho é bem mais importante do que se sucesso egocêntrico.